domingo, 16 de outubro de 2011

FÉ E LOUCURA, QUAL A DIFERENÇA QUANDO CHAGA AO PONTO DO FANATISMO?



UM HOMEM APAIXONADO POR SUA FÉ RELIGIOSA
É UM LOUCO ACEITO PELA A SOCIEDADE.
   A Cidade era como outra qualquer. Nela havia tudo o que, uma Mulher, um Homem e uma Criança pudessem desejar: Igrejas, hospitais, centros de saúde, centros de lazeres, centros comerciais, jardins, Ruas arborizadas, pavimentadas, com saneamento básico, um transito organizado, Escolas, transporte coletivo, sociedades comunitárias, instituições governamentais e não governamentais que, davam à Cidade um aspecto de civilidade, ou seja, podia-se dizer que se tratava de uma sociedade organizada, inclusive, como não poderia deixar de faltar, atuavam nesse meio social, diversas sociedades secretas e, sendo assim, pode-se afirmar que a Cidade era muito bem estruturada, Porém, o que fora abolida daquela sociedade, excluída e escorraçada, sem qualquer sentimento ou respeito á democracia, fora a cultura.
   Embora tenha sido exposto aqui que havia uma firme estrutura a qual garantia, ou pelo menos dava à Cidade um aspecto de civilidade, as suas bases políticas, religiosas e econômicas, fundamentava-se em um proselitismo inflexível, fato totalmente antiético, antidemocrático e que ocultava no âmago dessa sociedade um extremo absolutismo.
   Quando se referem às religiões, fica claro a predominância do protestantismo e do catolicismo, os quais impedem que outras culturas religiosas cultuem os seus Deuses e professem as suas fé. Não se discute ciências, culturas de outras ordens ou seitas. Não se admite as pesquisas históricas dos diversos livros que compõem a bíblia, o alcorão e outros menos divulgados e menos conhecidos a despeito dessa mesma ausência de democracia, ou seja, você pode dizer o que pensa, porém, corre o risco de se tornar um inimigo social simplesmente por questionar as interpretações feitas por uma minoria que não aceita outra versão dos fatos, senão as impostas por eles em interesses próprios.
   O mais intrigante é ver que se tornaram reféns dessa sociedade, os que ainda conseguem enxergar além do que se cultiva como forma única de tudo para todos. Ainda chama atenção de poucos, os intelectualmente livres de qualquer grilhão mental ou prisão sociocultural, inclusive da política profissional, a loucura que esta sociedade está levando as pessoas. É evidente o fanatismo religioso e a psicose que este fanatismo está causando nas mentes que fora criada semelhante ao Universo, ou seja, infinita e passiva de evolução enquanto for o Homem um ignorante, necessitante do saber.
   Não se encontra na lembrança o nome de quem disse uma frase relevante ao texto presente: “a religião é uma forma de loucura aceita pela a sociedade” , mas tudo o que não é aceito pela a sociedade, por mais lúcido, lógico e racional, será considerado uma loucura. Portanto, o que é loucura e o que não é loucura, não passa de um conflito de cultura e de interesses pessoais, anteriormente estipulados, pela a sociedade e posteriormente refutados pelo o Homem racional e intelectualmente livre.  
   Acompanha um diálogo entre um Homem livre e um Homem prisioneiro sociocultural:
O prisioneiro: A bíblia descreve fatos proféticos que está ocorrendo, na atualidade.
O livre: qualquer pessoa profetizaria o fim do mundo, inclusive a astrofísica já profetizou, pois é fácil dizer, como dissera Notramus, que haveria tremores de terras, terremotos, tsunames, vulcões e outras catástrofes vindas da natureza ou causadas pelo o próprio Homem, pois isso sempre existiu e nunca deixará de existir até que a profecia cientifica chegue, ou seja, a morte do Astro- Rei, que é quem garante a vida no Planeta.
O prisioneiro: você é louco!
O livre: dissera Salomão em uma passagem do velho testamento que, um Homem ignorante calado, aos olhos dos outros parece sábio, mas se abrir a boca todos descobrirão que é um tolo. Assim como o mesmo dissera que se um Homem sábio discute com um ignorante, e o ignorante por não pode-lo contra argumentar, o agredirá, ou zombará dele o fazendo de palhaço, ou o chamará de louco, portanto, está na bíblia, palavras de Salomão, o Rei escolhido e protegido por Deus por que pedira a Deus que o desse sabedoria ao invés de poder e riquezas.
  
  
  
  

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